Questionar
minha existência na sombra de querer aparecer deve ser um objetivo.
É
melhor do que gritar o quão sujo é essa poesia
E o
quanto eu queria que ela fosse mais profissional
Mas
quem exige formalidades e coerência em desabafos?
Meu
pseudo perfeccionismo exige
E ao
mesmo tempo se entope de futilidade
E o
ópio é engolir solidões irrelevantes.
E
tentar construir diálogos só comigo mesmo
Pra eu
não querer me refugiar na morte
Como
possível liberdade das demonstrações humanas que não me atenho a
dar um segundo pensamento.
Que
desabafo sujo, eu queria que fosse mais chamativo.
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