Você sempre se deteve nas sombras
Você sempre procurou obstáculos
Você sempre manejou errado meus quereres
Queria me mostrar a facilidade de vencer-se o dia a dia
Mostrou como se perde a alma aos poucos sem perceber
As penumbras do seu comportamento me detinham na curiosidade
Na jaula do interesse não mútuo
Mas me libertei contra sua vontade
Pra enfatizar a subsistência da racionalidade
Pra combater algozes clichês que demandam o senso comum pro meu metafísico quebrado.
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