Doi quando insisto
Doi quando persisto ainda que frágil
Persistência improdutiva
A obrigação voluntária de correr atras do que se quer
Com 5 espadas atravessadas no corpo
O amor não tira o cansaço
A esperança não comove
Com suas supostas boas consequências futuras
O abandono não me fere mais
A solidão só arranha carente
Procurando fraquejas latejantes
No escudo da minha desconfiança
De que nada vai dar certo.
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