Elas me odeiam
E quem poderia dizer que as odeio
A gente nunca ama, sempre nos querem ver odiar
E os sonhos ganham espaços ignorantes
Pelos vazios que não se preenchem facilmente
E quem diria vê-las por tanto tempo me odiar
Se para de sonhar apartir do outros que nos desistimula
Com um desagrado constante e dando mais significado ao vazio
Passa a odia-los enfim!
Um comentário:
o odio pode se transformar em algo construtivo afim de que não nos deixarmos cair num abismo de dúvidas????
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