Eu parei de sonhar com o básico
Parei de desejar humildes ascensões
A sorte brinca
Com pedaços aleatórios de mim
Que pareciam promissores
Mas eram perdedores
Contatos externos
Para levantar as certezas
De que permaneciam na tênue linha entre viver e subsistir
Estruturas de poder
Implorando submissão
Em troca de falso conforto material
O sadismo de recortar frases inteiras
Perturbando o destino
E sua infalível indecisão
Entre querer-me ver sorrir ou não
Nenhum comentário:
Postar um comentário