Talvez eu devesse me relembrar dos propósitos
Semear terras improprias pela sede de guerra
Eu devia ceder aos bracos da insanidade
Vivendo com válvulas
Fragmentando escapes desordeiros
Eu carrego pesos sem propriedade
Fardos enfeitiçados com o desprezo
Eu me sinto culpado por me cansar
Devia afogar fraquezas
E ascender emoções uteis
Para não me marginalizarem
Pela exaustão sincera
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