Eu sonhei com as pedras do rei
Me ornando precariamente com arrogância
Nem importa mais os afetos negados
As tristezas embaladas para não constranger
Talvez eu negue os significados
Mas só resta sobrevivência
Saber disso ainda nos faz inútil
As moralidades se estapeiam
Por minha revolta a não sobrevivência do mais forte
Não farei falta
A marginalidade já me engoliu com seu medo
...
Acinzentados olhares macios
Eu os previa inútil para minha dor e sua insistência
Braços firmes mas cheios de calor
Cobriam metade do desconfortável corpo
Era infértil
Não crescia esperança ali
Meus olhares escuros comovidos
Mas sem vida
Você me amava mas me matara
Com o veneno de uma intima traição
Era so a cereja para matar a ultima esperança
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