Desejo a morte
Como resultado de todos os motivos
Possíveis ações que machucam
Que me doem
Eu desejo que a faca
Lisonjeira não afiada
Faca transborde carmim!
Com seu corte mais sujo e descuidado.
Desejo as maldições que a mim lançadas
Sejam proferidas
Com mais eloquência
E oficializada por alguma entidade
E ela sinta que eu já não mereça ser tão praguejado
Eu confiei que o sangrar constante me mataria
Mas não me sinto falecer aos poucos
Não presinto conforto no leito prodigo
Só me vejo chorando ansiedades angustiantes.
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