Possessividade Solitária

O falso pertencer que seus braços ao redor de mim iludia
A vida que não revelava surpresas progressivas
O toque que não libertava na paixão
Mas prendia no mais obsceno
Não competia
Não exigia nada em troca
Mas havia egoístas promessas já arrependidas da pronunciação
Não havia cativeiros em castelos mágicos
Só era necessário humilhante carência
Pra pintar o carcereiro de rei

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