Mentiras entre dois

Você nunca precisou de mim 
Nem das minhas mãos...
Sua pele mentia as necessidades 
Meus olhos não vendo a mim mesmo
Na dor de não ser necessário para você 
Você avistava cadentes 
E eu sonhando em te dar a mais brilhante
Realismos, saudades possíveis 
Desejando distancias impossíveis 
Veneno de um amor sem vencer por te perder 
 Para superficialidades


Um comentário:

AArK Cianwood disse...

Gostei dessa, a linguagem se tornou mais coloquial. Palavras soltas, seguidas, formando um significado. Meu tipo de poesia, eu acho quase musical.