Goiânia, 20 de Junho de 2013


     Querido Govaldo, 

Me compadeço da sua dor, tenha compaixão da minha dor... você lembra das dores, das palavras e dos sentimentos que eu te falei... pois é, machucam mais intensamente que antes mas estranhamente me sinto diferente... cansado mas mesmo assim mais leve...a armadura  que me coloquei um pouco recentemente não me faz sentir as espadas afiadas de desprezo, preconceito e ódio .. as vezes é tão desistir e odiar o mundo que eu tenho que fechar os olhos e entender que eu não posso desistir... não tão rápido de qualquer maneira ...eu sei que você odeia três pontos... mas hoje eu estou divagando num mundo de incertezas, me perdi  naqueles sentimentos e felizmente voltei... eles não eram bons;A hipocrisia ainda consome o ser humano  de uma maneira intensa e me afoga em desespero mas eu continuo naquela calma instantânea e falsa da qual me reservei no direito de ter... Felizmente como disse...é cansativo mas me sinto leve talvez a proteção de minha   armadura me leve até aquelas velhas nuvens de esperança!

Agradeço por me ouvir amigo infame!

G.M.

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