me lembro de ti...
assim como me lembro do cheiro de sangue sobre os espinhos das rosas que ganhava de ti. . .
lembro de mim. . .
bem pouco. . .
sobre as testemunhas de ser imune aos amores decorrentes do tempo. . .
Quanto tempo eu esperava por isso sem a indigna apreciação das horas
que me martelava os ombros
com o cansaço da dor de ser rejeitado pela infame poesia dos seus sonhos!
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