Cedro fora de um cenário digno do que ele é, tem sua dor invadida por coisas que se diziam inabaláveis dos sonhos que não se devia ter, e passo a vê-lo com dor!

A Dor de Cedro


sua dor, testemunha do ser que sonha-se
a paz que não devia existir ali,
resistia a tudo por ele saber do equilibro das massas sufocantes
seus olhos da alma choraram pelo descobrir de um sonho
suficiente para deixa-lo nos padrões do paradoxo ser sensível que se era o humano;
quando renascer?
tu, de longe, forte e encorajado a ser o sonho que se tinha!
a hora da paixão contava com superfícies coloridas e de paz redundante
e sua morte não seria gloriosa
no tudo ele não nada.
Somente o físico imóvel que não sabia chorar e sonhar!

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